Como esse blog anda parado ¬¬
Para quem gosta de ouvir música mas não quer ficar baixando MP3 por algum motivo (o meu é que não tenho paciência de procurar), não existe nada como ouvir rádios on-line. Uma dessas rádios é o Musicovery, que toca os ritmos que eu gosto de acordo com o meu humor.
Fiquei um tempo sem ouvir e quando voltei, por alguma razão não conseguia clicar nos controles do rádio (uso Firefox/Linux). Analisando o código, descobri que a layer que acomoda o player do Musicovery está com um estilo CSS z-index: -100;. Lógico que não ia funcionar, o Firefox bloqueia todas as layers com z-index abaixo de 0, diferente de um certo navegador que não convém citar aqui.
Eu sabia dessa característica Firefox/z-index desde que o Aurélio, meu ídalo!
, criou o CSS Sandbox. Na ocasião, eu o ajudei a solucionar esse problema, motivo pelo qual ele gentilmente acrescentou meu nome no código-fonte, com o endereço do meu blog antigo. O Aurélio não tinha percebido o bug porque estava usando Safari/Mac (se não me engano).
Voltando ao Musicovery, para "levantar" a layer do player, basta, na barra de endereços, colar o seguinte código, e depois pressionar Enter:
javascript:document.getElementsByTagName('div')[0].style.zIndex=101;void(0);
Deve resolver o problema. Resolveu aqui.
Update: Pode acontecer de o Musicovery carregar dentro de um iframe, nesse caso clique em algum espaço entre a borda do navegador e o player (um espaçamento em torno de 7 pixels) com o botão direito e pedir para exibir apenas o frame.
Uma das coisas que me mantém afastado deste blog é a minha paixão por games RPG. O primeiro que joguei foi Diablo, quando saiu para Playstation e devorava 10 blogos do memory card (e demorava uma eternidade para salvar). Mais tarde conheci o famosíssimo Final Fantasy VII, que ainda considero um dos melhores sistemas e também uma das histórias mais cativantes que já vi. Perdia horas e horas tentando conseguir todas as Materias, derrotar os Weapons, elevar a Knights of the Round até o nível master… foi com ele que comecei a ter uma noção de inglês, coisa que nunca consegui aprender na escola.
Minha paixão por Final Fantasy me levou a baixar o emulador do Super Nintendo só pra jogar o FF VI, aclamadíssimo pela sua história, músicas e sistema de jogo. Os personagens são muito cativantes, cada um com uma história única e bem detalhada, bem diferente de alguns personagens de algumas versões posteriores (a Penelo do FF XII, por exemplo, só sei que ela é órfã). As músicas são excelentes. Aliás, na minha opinião, FF VI foi o auge do trabalho do Nobuo Uematsu, que aproveitou muito bem a baixa qualidade do som do Super Nintendo e compôs clássicos que foram até reaproveitados nas versões posteriores (o tema da Aeris de FF VII, por exemplo). Shadow era o meu personagem favorito, mas não pude deixar de me apaixonar pela Celes e seu sonho de cantar numa ópera. Quando ela cantou na Opera House, confesso que caiu uma lágrima do olho direito…
De lá pra cá, joguei também o FF VIII, mas o sistema de draw/cast era um pouco complicado porque a cada magia gasta os status dos personagens caía. A solução era confiar nos GFs. Foi nesse game que os personagens começaram a ficar um pouco descaracterizados, com uma história mais superficial (quando foi que o Zell fez aquela tatuagem?). Mas mesmo assim, grande jogo. Não falo de FF IX e XI porque confesso que não joguei.
Falemos do FF XII? Alguns cenários somados com a jogabilidade são de tirar o fôlego. Apesar de os summons não terem muita força e faltarem alguns elementos (Tonberry é o nome de uma nave!), a Square inovou muito na jogabilidade, mas, como eu disse, muita porrada e pouca história dos personagens. Não muda o fato de ser um excelente game.
Aliás, é justamente essa versão que tem uma enorme comunidade brasileira aqui na internet. São vários detonados, sites dedicados, databases… o cara que quiser jogar vai encontrar muita informação quando estiver "travado" em algum ponto. Se você caiu de pára-quedas neste post, eu recomendo a comunidade Final Fantasy XII Brasil no Orkut, que além de muita gente versada no jogo ainda tem um database para pesquisas.
Além de FF, tive meus momentos com outros RPGs, que pretendo falar aqui nos próximos posts…
Até ![]()
Olá, creônças. Faz tempo, não? Ainda estou vivo, ok?
Estou um tempo longe do blog, o final do ano foi bem corrido, mas estou de volta (acho).
Vamos a alguns updates:
O Windows Live Hotmail eliminou aquele enooorme banner no topo da página que espremia os nossos e-mails. Eu tinha até feito um post com um pequeno JS Injection para aumentar o espaço útil. Parece que agora o script é inútil, mas vamos ficar de olho.
Depois de aproximadamente 6 meses, parece que finalmente o site do Itaucard corrigiu a falha grotesca do formulário e agora consigo pagar as contas normalmente usando o Firefox. ![]()
Com um misto de arrependimento e indiferença, estou acompanhando notícias e posts sobre o primeiro dia no Campus Party Brasil. Na primeira edição, participei juntamente com a galera da Rede de Projetos do Programa Acessa São Paulo. Foi quando voltei a entrar em contato com o Linux (fiquei a semana toda usando o Ubuntu) e pude ver a evolução do SO desde os tempos em que eu tinha utilizado o Slackware. Como todo bom caipira na cidade grande, fiquei embasbacado com tudo, e sinceramente não consegui acompanhar o ritmo com tantas palestras e oficinas. Mas fiz o possível.
Da primeira edição do CP, eu destaco uns pontos positivos que influenciaram a minha vida durante o ano passado:
Enfim, entre outras coisas, a primeira edição do CP serviu para mudar alguns dos meus costumes. Infelizmente não aproveitei como deveria. Eu até estava com vontade de ir ao deste ano, mas ando meio pobre ultimamente…
Não fico arrependido. Como disse, o garoto aqui é acostumado com a vida mansa do interior e reluta em ir para a cidade grande a não ser que isso seja estritamente necessário. Os maiores traumas da CP2008 ficaram por conta do sistema de ar condicionado (voltei para cá com uma puta gripe!) e o tal do banho (gosto de privacidade né?).
Enfim, vou acompanhar pelos feeds o movimento do pessoal que já está por lá. E me preparar financeiramente (desde já) para participar em 2010.
Olá, pessoas.
É certo que fiquei um bom tempo sem postar, visto que tem certas épocas que eu não tenho saco para mais nada além de ficar sentado lendo os feeds. Sem contar que com todas estas tragédias que andam acontecendo. Gostaria de comentar uma que me chama a atenção.
War na faixa de Gaza, onde até o momento quase 700 pessoas morreram, sendo 1/3 delas crianças. Aliás aqui cabe lembrar que morreram "apenas" 10 israelenses, 4 deles por "fogo amigo", ou seja, 700×10 para os israelenses, que tomou 4 gols contra.
Seria inocência minha supor que Israel quer se livrar dessas crianças para que no futuro elas não se tornem "terroristas"? Depois que li esta matéria, começo a pensar que não é uma idéia tão tola. O texto basicamente fala sobre os traumas sofridos pelas crianças (de hoje) em Gaza, sendo acordadas pelo barulho das explosões, tendo pesadelos, ouvindo tiros… além de passar fome e sede.
Um psiquiatra infantil de Gaza, Dr. Abdel Aziz Mousa Thabet, vem estudando há 20 anos os efeitos dos traumas desse tipo nas crianças. Segundo ele, "…Elas sentem que não há esperança, que o mundo não pode fazer nada por elas e elas não podem fazer nada por si próprias." Triste isso, não? Ainda segundo o próprio doutor, as crianças já se sentem preparadas para morrerem cedo.
Quer algo mais? Algumas crianças (as que sobreviveram, claro) que ele estudou no começo dos anos 90 são agora adultas e adivinha? são elas quem estão lutando contra os israelenses!
Se for olhar por esse ângulo, essa palhaçada nunca vai acabar. Sempre vai ter crianças na faixa de Gaza crescendo em meio a corpos e sangue, vendo seus parentes e amigos sendo massacrados sem poder fazer nada, a não ser tentar sobreviver e alimentar o ódio para, um dia, revidar.
E o ciclo se reinicia…
[Update]: "As crianças vêem seus pais sendo assassinados na sua frente, o que você esperaria?", disse o doutor.
Acabei de colocar no ar a versão 1.1 do EmotiKut. A melhoria desta versão é que ele lista sempre os arquivos mais novos por primeiro. Assim sendo, quando alguém enviar um emoticon, ficará mais fácil de achar. Confira! (Senha "123")
Não, não é nenhuma fórmula mágica! Também não estou vendendo nenhum produto milagroso por 24 parcelas de R$ 69,90. Na verdade, você não vai precisar adquirir nada (embora use o dinheiro do seu bolso) nem pagar ninguém. E não tenho garantias de que funcione. Aliás, acabei de pensar nisso!
Em primeiro lugar, faça uma busca básica para encontrar algum aplicativozinho que lhe permita calcular quantos cigarros você fuma e quanto você gasta com isso. Leia o resto »
Acabei de colocar no ar o JS Cron, um projeto opensource: um pequeno gerenciador de cronômetros progressivos e regressivos feito em JavaScript. Saiba mais sobre o projeto aqui.
A idéia desse projeto veio de algumas listas de discussão onde alguns desenvolvedores deram dicas de serviços online onde você dispõe de um cronômetro para contabilizar o tempo de desenvolvimento. Mas a necessidade principal era ter uma forma de me avisar a cada 50 minutos para sair da frente do computador por uns 10 minutos pra descansar um pouco.
Está em beta ainda, preciso testar no Internet Explorer e no Safari/Chrome, mas aqui está quebrando um galhão já no Firefox.
Teste, dê dicas, modifique… só não venda.
Muitas vezes preciso marcar o tempo que fico desenvolvendo alguma tarefa no computador. Outras vezes preciso me lembrar de alguma coisa de 30 em 30 minutos (sair da frente do laptop e descansar, por exemplo). Existem vários gerenciadores de tempo online, e eu pretendo apresentar mais um: o JS Cron.
Estou desenvolvendo o bichinho desde ontem, e no momento já está quebrando um galhão aqui.
Características:
O diferencial? É opensource. Você pode baixar, usar, modificar, distribuir de acordo com o seu gosto.
Aguarde, em breve online e para download.
28 anos, desenvolvedor web com PHP, XHTML Strict, CSS e JavaScript; fã da série Final Fantasy e pseudo-bêbado nos finais de semana.
© 2008 | Alessandro Santos | alessandrosantos.com.br
Imagens de fundo por squidfingers.com